Um problema de tração com um trem na estação Tietê, sentido Tucuruvi, causou lentidão na Linha 1-Azul do Metrô, no início da manhã deste sábado. A falha ocorreu por volta das 7h20.
De acordo com a
Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), a composição precisou
ser encaminhada para o estacionamento localizado na estação Tucuruvi.
Por isso, os trens circularam com velocidade reduzida e maior tempo de
parada nas estações. O trem chegou ao local às 7h49.
Francisco de
Assis, auxiliar de laboratório, ficou 40 minutos esperando o trem na
estação Jabaquara. Ele seguia para a Vila Mariana. "Está sendo frequente
depois do acidente da Linha 3-Vermelha. Parece que afetou todo o sistema,
principalmente na Linha Azul", diz. Segundo Assis, desde o acidente da
última quarta-feira ele tem chegado atrasado ao serviço entre 30 e 40
minutos.
Ainda de acordo
com o Metrô, todos os usuários foram informados sobre o problema deste
sábado pelo sistema de som das estações, dos trens e também no site da
companhia.
Terra
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Assunto será discutido com o governo estadual no dia 28. Se não houver resultado, a medida será adotada
Atraso: Segundo o prefeito, apenas duas máquinas trabalham na construção da nova estação de trem de Ferraz
O prefeito de Ferraz de Vasconcelos, Jorge Abissamra, ameaçou ontem impedir a passagem das composições da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) pela cidade a partir do mês que vem, caso a Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos e a CPTM não façam o consórcio TSJ acelerar as obras para construção da nova estação ferroviária na área central do município.
O prefeito falou da medida drástica que poderá adotar para forçar a companhia a pressionar o consórcio, que está ganhando mais de R$ 40 milhões para instalar as novas plataformas de embarque, no início da tarde de ontem, durante entrevista coletiva promovida exatamente para anunciar as providências que a prefeitura pretende tomar para resolver o assunto. Antes de ´barrar´ a passagem dos trens pela cidade, Abissamra deverá conversar com o secretário Estadual dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, e com diretores da CPTM.
"Conversei hoje (ontem) com o secretário Fernandes e ele me pediu uma ultima chance para fazer a empresa trabalhar. Também conversei com diretores da CPTM sobre a vergonha em que se transformou a obra da nova estação de Ferraz. A reunião será no dia 28 e queremos providências urgentes do secretário e da CPTM; que multem esse consórcio, que façam uma nova concorrência e contratem outra empresa", desabafou o prefeito.
Ele explicou que se a obra continuar praticamente parada depois da reunião do dia 28, aí sim, o governo da cidade poderá tomar uma medida mais drástica contra o consórcio e a CPTM: "Vou encontrar uma forma de impedir a passagem dos trens aqui em Ferraz. Tem gente que acha que sou louco, então vão ver o que é loucura. Não podemos mais aceitar duas máquinas (uma parada) no canteiro de obras".
Abissamra usou termos pesados para comentar a informação transmitida no início da semana pelo DAT, de que o pagamento da locação da estação provisória construída em Ferraz estaria consumindo o dinheiro reservado para a construção da estação nova, e esse seria mais um motivo para a lentidão verificada no canteiro da obra.
O prefeito observou que essa situação é inaceitável: "Esse consórcio é desastroso. Tudo isso é uma grande vergonha para Ferraz e na reunião do dia 28 queremos uma posição oficial e definitiva da CPTM sobre tudo isso. Quero deixar bem claro que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) não tem nada a ver com isso. Ele não tem culpa se as pessoas que deveriam resolver, não estão resolvendo", reforçou Abissamra.
A assessoria de Imprensa da CPTM informou por volta das 16h30 que deverá se manifestar na segunda-feira sobre o assunto.
Fonte: DAT
Atraso: Segundo o prefeito, apenas duas máquinas trabalham na construção da nova estação de trem de Ferraz
O prefeito de Ferraz de Vasconcelos, Jorge Abissamra, ameaçou ontem impedir a passagem das composições da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) pela cidade a partir do mês que vem, caso a Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos e a CPTM não façam o consórcio TSJ acelerar as obras para construção da nova estação ferroviária na área central do município.
O prefeito falou da medida drástica que poderá adotar para forçar a companhia a pressionar o consórcio, que está ganhando mais de R$ 40 milhões para instalar as novas plataformas de embarque, no início da tarde de ontem, durante entrevista coletiva promovida exatamente para anunciar as providências que a prefeitura pretende tomar para resolver o assunto. Antes de ´barrar´ a passagem dos trens pela cidade, Abissamra deverá conversar com o secretário Estadual dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, e com diretores da CPTM.
"Conversei hoje (ontem) com o secretário Fernandes e ele me pediu uma ultima chance para fazer a empresa trabalhar. Também conversei com diretores da CPTM sobre a vergonha em que se transformou a obra da nova estação de Ferraz. A reunião será no dia 28 e queremos providências urgentes do secretário e da CPTM; que multem esse consórcio, que façam uma nova concorrência e contratem outra empresa", desabafou o prefeito.
Ele explicou que se a obra continuar praticamente parada depois da reunião do dia 28, aí sim, o governo da cidade poderá tomar uma medida mais drástica contra o consórcio e a CPTM: "Vou encontrar uma forma de impedir a passagem dos trens aqui em Ferraz. Tem gente que acha que sou louco, então vão ver o que é loucura. Não podemos mais aceitar duas máquinas (uma parada) no canteiro de obras".
Abissamra usou termos pesados para comentar a informação transmitida no início da semana pelo DAT, de que o pagamento da locação da estação provisória construída em Ferraz estaria consumindo o dinheiro reservado para a construção da estação nova, e esse seria mais um motivo para a lentidão verificada no canteiro da obra.
O prefeito observou que essa situação é inaceitável: "Esse consórcio é desastroso. Tudo isso é uma grande vergonha para Ferraz e na reunião do dia 28 queremos uma posição oficial e definitiva da CPTM sobre tudo isso. Quero deixar bem claro que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) não tem nada a ver com isso. Ele não tem culpa se as pessoas que deveriam resolver, não estão resolvendo", reforçou Abissamra.
A assessoria de Imprensa da CPTM informou por volta das 16h30 que deverá se manifestar na segunda-feira sobre o assunto.
Fonte: DAT
Linha 7-Rubi [Luz - Francisco Morato - Jundiaí] No domingo, [20] das 4h
às 12h os trens da Linha 7 circularão somente entre as estações
Palmeiras-Barra Funda e Francisco Morato. Os usuários da deverão fazer a
transferência para o metrô para chegarem à região central. No mesmo
dia, entre 4h e 22h, por conta
da realização de serviços de manutenção na via permanente entre as
estações Caieiras e Perus, os trens circularão com maior intervalo.
Linha
8-Diamante [Júlio Prestes - Itapevi] A partir das 18h de sábado [19]
até o fim da operação comercial de domingo [20], os trens circularão com
maior intervalo médio, pois serão realizadas obras de manutenção nos
equipamentos de sistema de via e de rede aérea entre as estações Jandira
e Palmeiras-Barra Funda.
Linha 9-Esmeralda [Osasco-Grajaú] No sábado [19], das 18h até o fim da
operação comercial, devido à substituição de elementos de rede aérea
entre as estações Hebraica-Rebouças e Cidade Jardim, os trens circularão
com maior intervalo médio.
No domingo [20] devido às obras de modernização no trecho entre as
estações Osasco e Pinheiros e visando acelerar as intervenções
necessárias para a melhoria de sua infraestrutura [sinalização, energia,
rede aérea e vias], os trens entre as estações Presidente Altino e
Pinheiros circularão com maior intervalo médio. No trecho entre
Pinheiros e Grajau a circulação será normal.
Os passageiros que desejarem seguir da estação Presidente Altino até a
estação Osasco devem fazer a transferência para a Linha 8-Diamante.
Linha 10-Turquesa [Brás - Rio Grande da Serra] Por conta das obras de
manutenção de via permanente entre as estações Ribeirão Pires e
Guapituba, os trens circularão com maior intervalo médio no trecho entre
as estações Mauá e Rio Grande da Serra.
Linha 11-Coral [Guaianazes - Estudantes] No sábado [19], a partir das
18h até à meia-noite do domingo [20], as composições circularão com
maior intervalo, para manutenção no sistema de rede aérea entre as
estações Ferraz de Vasconcelos e Calmon Viana.
Linha 12-Safira [Brás - Calmon Viana] A partir das 18h de sábado [19]
até o fim da operação comercial de domingo [20], os trens circularão com
maior intervalo médio, em razão da implantação de equipamento de via
permanente entre as estações Itaim Paulista e Itaquaquecetuba.
Atos de vandalismo e falha técnica afetaram o funcionamento das linhas
9-Esmeralda, 8-Diamante e 12-Safira da Companhia Paulista de Trens
Metropolitanos (CPTM), em São Paulo, nesta manhã de sexta-feira. Às
7h30, o serviço já havia sido normalizado nos trechos, segundo a
companhia.
Por volta das 5h30, a CPTM reportou uma falha técnica na linha 8. Com isso, trens circularam pela via auxiliar entre as estações Osasco e Presidente Altino para que as equipes de manutenção fizessem o reparo.
O defeito causou retenções na linha 9 já que o trecho segue de maneira paralela com a 8. Todos os trens operavam apenas até a estação Presidente Altino. Segundo a CPTM, a medida não afetou a velocidade dos trens nem o intervalo entre eles.
Já a linha 12 sofreu atos de vandalismo nesta madrugada. Após o roubo de cabos de sinalização, as composições circularam com velocidade reduzida entre as estações de Itaquaquecetuba e Calmon Viana. O restante da via não foi afetado.
Fonte: iG São Paulo
Por volta das 5h30, a CPTM reportou uma falha técnica na linha 8. Com isso, trens circularam pela via auxiliar entre as estações Osasco e Presidente Altino para que as equipes de manutenção fizessem o reparo.
O defeito causou retenções na linha 9 já que o trecho segue de maneira paralela com a 8. Todos os trens operavam apenas até a estação Presidente Altino. Segundo a CPTM, a medida não afetou a velocidade dos trens nem o intervalo entre eles.
Já a linha 12 sofreu atos de vandalismo nesta madrugada. Após o roubo de cabos de sinalização, as composições circularam com velocidade reduzida entre as estações de Itaquaquecetuba e Calmon Viana. O restante da via não foi afetado.
Fonte: iG São Paulo
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| Trens em Engenheiro São Paulo |
Imagens: Acervo pessoal
Quando a zona leste de São Paulo começou a ser atendida por trens de
subúrbio, estes eram formados por locomotivas a vapor e carros de
madeira, sendo sua manutenção efetuada nas Oficinas do Norte (depois
Roosevelt) no bairro do Brás.
Com a primeira fase da eletrificação dos subúrbios da EFCB chegando até Itaquera (Linha
Tronco) e São Miguel Paulista (Linha Variante), tornou-se necessário um
local para a manutenção dos trens elétricos Metropolitan Vickers Série
100. Cid José Beraldo certa vez me relatou que a primeira oficina de
Trens Unidade da zona leste localizava-se em um terreno vizinho à antiga
estação Carlos de Campos (bairro da Penha), onde atualmente existe o
terminal de ônibus da estação Penha do Metrô.
Provavelmente entre meados dos anos 60 e início da década de 70 a
Oficina de Roosevelt (Abrigo Roosevelt) foi readequada para que pudesse
atender a manutenção de trens elétricos e assim fosse desativada a
Oficina da Penha. Entretanto é algo que deve ser melhor estudado.
Com a entrada de novos trens em operação na década de 70 e 80 a
estrutura de Roosevelt passou a ser insuficiente, surgindo a necessidade
de outra oficina.
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| Construção no abrigo Engº São Paulo |
Segundo Max Vasconcelos, João José de São Paulo, foi Ajudante da 5.ª
Divisão (Via Permanente) da EFCB entre o fim do século XIX e início do
século XX. O engenheiro ajudante era o 2.º cargo na hierarquia desta
divisão, estando acima dele apenas o subdiretor.
A estação de cargas foi construída em parte do terreno do antigo
Hipódromo da Moóca e também foi chamada de Moóca e Norte Cargas. Era
composta de um vasto pátio e dois armazéns, um voltado para importação e
outro para exportação.
Tinha como delimitação as ruas Benedicto Barbosa (Instituto Brasileiro
do Café - atual pátio Bresser do Metrô), Dr. Raphael de Barros (atual
Pires do Rio), Bresser e pela linha da Estrada de Ferro Central do
Brasil. Junto à rua Bresser existiu por um período de tempo a Segunda
Parada, estação suburbana de passageiros que foi suprimida na década de
30.
João de José São Paulo recebeu como homenagem ter seu nome na nova
estação de mercadorias que ali foi inaugurada em 10/09/1920, sendo seus
dois armazéns concluídos em 1921 e 1922.
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| Eng. São Paulo, sob administração da RFFSA |
Engenheiro São Paulo foi desde a sua criação o terminal de cargas mais
importante da Central em São Paulo, e ao longo dos anos o complexo foi
sendo modificado para atender novas exigências. Em data incerta o
Armazém N.º 2 (Importação) foi demolido.
No início de 1968, foi inaugurado o transporte de contêineres entre São
Paulo e Rio de Janeiro, passando assim o terminal paulista, com algumas
adequações, a ser utilizado para este fim.
Sua última e grande reforma foi na década de 70 quando o pátio foi todo
remodelado, sendo construído um novo edifício de controle de operações.
Da parte original resta até hoje o Armazém N.º 1 (Exportação) que é
utilizado como terminal de cimento ensacado.
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| Placa de inauguração da fresadora de rodas |
No dia 22 de fevereiro de 1984 foi constituída a CBTU, criada com o
intuito de modernizar o sistema suburbano de passageiros. Seu início foi
bastante promissor já que tentou rapidamente mostrar serviço. Uma de
suas obras à época foi justamente a Oficina de Engenheiro São Paulo,
inaugurada em 14 de Setembro de 1984. Estima-se que o projeto era anterior à criação da CBTU, mas couberam a ela os louros da inauguração.
Essa nova estrutura era composta de uma cobertura de 250m com 3 linhas
internas com vala de manutenção e duas linhas de estacionamento em uma
lateral. Na outra lateral, foi construído um torno de rodas com
cobertura de 50m e uma linha, inaugurado em janeiro de 1986.
Em Engenheiro São Paulo era para ser baseado inicialmente o Eletrocarro
Série 160. Entretanto, houve uma mudança no planejamento e foram
remanejados para os GE’s Série 400 originais, os GE’s Série 400M
(Sukita) e os Budd’s Série 431. Em 1986 após uma grande enchente na
plataforma de Roosevelt onde foram perdidos alguns trens por danos nos
motores, foram remanejadas para Engenheiro São Paulo duas composições do
Budd Série 401. Em Roosevelt permaneceram lotados o Eletrocarro Série
160.
| Entrada principal do Abrigo Engenheiro São Paulo |
Roosevelt passa o bastão
A CPTM, que nascera em 1992, assumiu em 1994 o sistema suburbano da CBTU
em São Paulo implantando ao longo dos anos a modernização do sistema e
de seus trens. Roosevelt naquela época trabalhava somente com os trens
Série 160 e com a troca de truques e motores das demais séries.
A empresa planejava desativar a Oficina e desta forma em maio de 1997 as
atividades foram transferidas em quase sua totalidade para Engenheiro
São Paulo, que passou a concentrar a manutenção de todos os trens das
linhas Tronco e Variante, sobrando em Roosevelt apenas à troca de
truques. Posteriormente Roosevelt foi reformada e lá passaram a ser
realizadas Revisões Gerais.
Um novo horizonte
Em 1998 veio a acontecer uma revolução no sistema suburbano: A
inauguração do Expresso Leste entre o Brás e Guaianases. Foram
adquiridas 15 composições novas de alta tecnologia e qualidade, que
acabaram lotadas em Engenheiro São Paulo.
Com o passar do tempo à estrutura passou a ser insuficiente, e em 2002
foi iniciada a construção de uma nova estrutura, com cobertura de 215m e
3 linhas internas com vala de manutenção, paralela a anterior. Depois
de a obra ter ficado um bom tempo embargada por desencontros com a
Prefeitura Municipal de São Paulo, foi finalmente entregue em Fevereiro
de 2006 e hoje atende os trens Série 2000 e é chamada de Engenheiro São
Paulo II.
O futuro
A atual diretriz do governo estadual, por meio da Expansão São Paulo, é
investir em transporte público sobre trilhos e isso recai na aquisição
de novos trens. Estes demandarão novas estruturas de manutenção, e o
primeiro passo nesse sentido é a extensão da área coberta de Engenheiro
São Paulo I.
Entretanto, vem sendo estudada a construção de uma nova Oficina de
manutenção em outro ponto das linhas da CPTM e ventila-se a
possibilidade de construção em Manoel Feio.
Em assembleia realizada na noite desta quarta-feira, os integrantes do Sindicato dos Metroviários decidiram entrar em greve
a partir das 0h da próxima quarta (23). A proposta do Metrô de São
Paulo, de reajuste salarial de 4,65%, não foi aceita. A categoria exige
aumento de 14,99%.
Apesar de a decisão já ter sido votada, uma nova assembleia deve ocorrer na noite da próxima terça-feira (22), para analisar uma eventual contraproposta do Metrô.
Contatada pela reportagem, a assessoria de imprensa do Metrô afirmou que a empresa continuará a negociar com os metroviários.
ACIDENTE
O anúncio da greve vem no mesmo dia em que um acidente envolvendo dois trens na linha 3-vermelha deixou ao menos 49 pessoas feridas.
A batida entre os dois trens ocorreu por volta das 9h50 desta quarta entre as estações Penha e Carrão (zona leste) e ninguém ficou ferido com gravidade.
No total, 103 pessoas procuraram unidades de saúde do município e outras três foram socorridas em prontos-socorros do Estado. O número reúne tanto os socorridos pelos bombeiros e pelo Samu quanto as pessoas que procuraram voluntariamente atendimento após sentir algum tipo de mal estar.
No início da noite desta quarta todas as vítimas já haviam sido liberadas.
Mais cedo, o presidente do Metrô de São Paulo, Peter Walker, disse que a causa mais provável da batida entre os dois trens foi uma falha no sistema eletrônico de controle.
Por conta do acidente, a linha 3 ficou parcialmente interrompida por cinco horas entre as estações Carrão e Penha, no sentido Palmeiras/Barra Funda. O trânsito na Radial Leste, que margeia as estações Penha e Carrão, parou no sentido bairro-centro.
Fonte: Folha.com
Apesar de a decisão já ter sido votada, uma nova assembleia deve ocorrer na noite da próxima terça-feira (22), para analisar uma eventual contraproposta do Metrô.
Contatada pela reportagem, a assessoria de imprensa do Metrô afirmou que a empresa continuará a negociar com os metroviários.
ACIDENTE
O anúncio da greve vem no mesmo dia em que um acidente envolvendo dois trens na linha 3-vermelha deixou ao menos 49 pessoas feridas.
A batida entre os dois trens ocorreu por volta das 9h50 desta quarta entre as estações Penha e Carrão (zona leste) e ninguém ficou ferido com gravidade.
No total, 103 pessoas procuraram unidades de saúde do município e outras três foram socorridas em prontos-socorros do Estado. O número reúne tanto os socorridos pelos bombeiros e pelo Samu quanto as pessoas que procuraram voluntariamente atendimento após sentir algum tipo de mal estar.
No início da noite desta quarta todas as vítimas já haviam sido liberadas.
Mais cedo, o presidente do Metrô de São Paulo, Peter Walker, disse que a causa mais provável da batida entre os dois trens foi uma falha no sistema eletrônico de controle.
Por conta do acidente, a linha 3 ficou parcialmente interrompida por cinco horas entre as estações Carrão e Penha, no sentido Palmeiras/Barra Funda. O trânsito na Radial Leste, que margeia as estações Penha e Carrão, parou no sentido bairro-centro.
Fonte: Folha.com
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| Tela de controle do fornecimento de energia da Linha 8-Diamante |
Muitas pessoas não sabem, mas os trens da CPTM são monitorados 24h por
dia. Cada movimento dos trens é observado por diversos painéis, numa
ampla sala. Estamos falando do CCO, ou Centro de Controle Operacional,
que está localizado na estação Brás. No CCO estão os controladores de
tráfego, que fazem com que você chegue no seu destino no menor tempo
possível.
O atual CCO foi inaugurado no começo dos anos 2000, integrando as linhas
8-Diamante, 9-Esmeralda, 11-Coral e 12-Safira. Antes disso, as linhas 8
e 9 eram controladas no CCO de Presidente Altino, em Osasco. As linhas
11 e 12 eram controladas na mesma estação Brás, mas em outro local. Já
as linhas 7-Rubi e 10-Turquesa eram controladas no CTC da estação Luz.
Hoje, apenas a linha 10 está no CTC da Luz. Com esse novo local de
monitoramento, os controladores contam com um moderno painel sinótico,
onde observam em tempo real a localização, prefixo e identificação dos
trens em circulação. Além disso, a sala oferece um amplo espaço,
oferecendo mais conforto e qualidade para o serviço dos controladores.
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| Painel sinótico das linhas 11 e 12 |
Acima de cada painel, estão telas que mostram a situação das estações.
No caso de um acidente na estação, os controladores observam em tempo
real o que houve, qual trem envolvido e passam, via rádio ou telefone,
as instruções que devem ser tomadas. No CCO, existem duas bancadas. A
primeira pertence aos controladores de nível I, que analisam os gráficos
de intervalo, entram em contato com maquinistas, anotam ocorrências e
controlam a tabela de trens. Na segunda bancada, ficam os controles de
nível II, ou seja, eles são responsáveis pelas linhas, manobras,
liberação de sinais e de manter o intervalo dos trens no tempo certo,
sem que haja adiantamento ou atraso das composições.
O CCO está operacional 24h por dia, 7 dias por semana, nos 365 dias do
ano. Qual o motivo? Depois do fim da operação comercial dos trens, além
das manobras para os pátios, o CCO se encarrega de liberar tráfego para
os trens de carga, que aumentam sua frequência na madrugada,
aproveitando a ausência dos trens de passageiros. Durante a madrugada,
as equipes de manutenção também atuam, em pontos específicos, para
correção rápida de possíveis problemas na via permanente ou rede aérea.
O Sindicato dos
Trabalhadores em Empresas Ferroviárias de São Paulo decidiu, em
assembleia realizada na tarde desta quarta-feira, não entrar em greve
antes de tentar novamente conciliação com a Companhia Paulista de Trens
Metropolitanos (CTPM). A categoria vai propor, em uma audiência de
negociação marcada para as 13h30 desta quinta-feira no Tribunal Regional
do Trabalho, o reajuste de 7,05%.
O índice foi sugerido pela juíza instrutora em reunião no dia 8 de maio, na qual a CPTM apresentou proposta de reajuste de 6%. Na assembleia de hoje, a sugestão dos patrões foi rejeitada pelos ferroviários, que pedem a correção pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais 5% de aumento real, além da efetivação do plano de participação nos resultados. "Foi rejeitada a proposta e, como temos audiência de conciliação amanhã, vamos fazer a contraproposta, sugerida pela juíza, de 7,05%", disse o presidente do sindicato, Eluiz Alves de Matos. "Vamos ver se a empresa acata a sugestão. Se aceitar, não entramos em greve", completou.
Segundo Matos, a categoria está em negociação com a CPTM desde março. Sem chegar a um acordo, as tratativas passaram a ser intermediadas pela justiça trabalhista. Por dia, são cerca de 2,7 milhões de usuários e 7 mil funcionários no setor de transporte ferroviário em São Paulo.
Metroviários
O Sindicato dos Metroviários de São Paulo também demonstra insatisfação com as negociações de reajuste. A categoria está reunida desde as 19h em assembleia na sede do sindicato, no Bairro Tatuapé, na capital paulista.
Outras capitais
Em outras seis capitais, os ferroviários estão em greve desde terça-feira. Em João Pessoa, Natal, Recife, Maceió, Belo Horizonte e Natal, os funcionários da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) estão paralisados e funcionam com 30% da capacidade nos horários de maior movimento. Na capital do Rio Grande do Norte, a população ainda sofre com os transtornos provocados pela greve do setor rodoviário, que está 100% paralisado.
Os trabalhadores ferroviários aderiram ao movimento nacional que reivindica reajuste salarial de acordo com o índice do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese); plano de saúde integral; participação nos lucros e resultados e adicional noturno de 50%. A paralisação é por tempo indeterminado.
A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) ainda não se pronunciou a respeito. Segundo a assessoria do órgão em João Pessoa, o presidente Francisco Colombo se encontra em Brasília para tentar negociar o reajuste junto aos ministérios do Planejamento e das Cidades. O escritório no Rio de Janeiro também está com o funcionamento comprometido porque os funcionários estão sendo impedidos de entrar por integrantes do sindicato dos trabalhadores do setor.
Fonte: Terra
O índice foi sugerido pela juíza instrutora em reunião no dia 8 de maio, na qual a CPTM apresentou proposta de reajuste de 6%. Na assembleia de hoje, a sugestão dos patrões foi rejeitada pelos ferroviários, que pedem a correção pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais 5% de aumento real, além da efetivação do plano de participação nos resultados. "Foi rejeitada a proposta e, como temos audiência de conciliação amanhã, vamos fazer a contraproposta, sugerida pela juíza, de 7,05%", disse o presidente do sindicato, Eluiz Alves de Matos. "Vamos ver se a empresa acata a sugestão. Se aceitar, não entramos em greve", completou.
Segundo Matos, a categoria está em negociação com a CPTM desde março. Sem chegar a um acordo, as tratativas passaram a ser intermediadas pela justiça trabalhista. Por dia, são cerca de 2,7 milhões de usuários e 7 mil funcionários no setor de transporte ferroviário em São Paulo.
Metroviários
O Sindicato dos Metroviários de São Paulo também demonstra insatisfação com as negociações de reajuste. A categoria está reunida desde as 19h em assembleia na sede do sindicato, no Bairro Tatuapé, na capital paulista.
Outras capitais
Em outras seis capitais, os ferroviários estão em greve desde terça-feira. Em João Pessoa, Natal, Recife, Maceió, Belo Horizonte e Natal, os funcionários da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) estão paralisados e funcionam com 30% da capacidade nos horários de maior movimento. Na capital do Rio Grande do Norte, a população ainda sofre com os transtornos provocados pela greve do setor rodoviário, que está 100% paralisado.
Os trabalhadores ferroviários aderiram ao movimento nacional que reivindica reajuste salarial de acordo com o índice do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese); plano de saúde integral; participação nos lucros e resultados e adicional noturno de 50%. A paralisação é por tempo indeterminado.
A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) ainda não se pronunciou a respeito. Segundo a assessoria do órgão em João Pessoa, o presidente Francisco Colombo se encontra em Brasília para tentar negociar o reajuste junto aos ministérios do Planejamento e das Cidades. O escritório no Rio de Janeiro também está com o funcionamento comprometido porque os funcionários estão sendo impedidos de entrar por integrantes do sindicato dos trabalhadores do setor.
Fonte: Terra
O
maquinista do trem que colidiu com outra composição do Metrô, nesta
quarta-feira (16), freou para evitar uma batida maior, afirma o
secretário-geral do Sindicato dos Metroviários, Paulo Pasin. O acidente
ocorreu na Linha 3-Vermelha por volta das 9h50, entre as estações Carrão
e Penha.
Em entrevista por telefone à TV Globo, o presidente do Metrô, Peter Walker, disse que a principal suspeita é de que tenha ocorrido uma falha no sistema de automação.
O secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Jurandir Fernandes, esteve no local do acidente e disse não ter certeza se o trem estava no modo manual ou automático. Ele lembrou que a velocidade máxima no trecho é de 80 km/h. “Ele [o maquinista] deve ter visto, tanto é que deve ter freado”, afirmou. O trem que colidiu trafegava em uma velocidade entre 9 e 12 km/h, de acordo com Jurandir.
Segundo o secretário, o maquinista trabalha na CPTM desde 2008. Começou como operador assistente e é efetivo desde janeiro de 2011. "Antes de achar o culpado, a gente quer saber por que aconteceu", disse Fernandes.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que o acidente será investigado pela Delegacia do Metropolitano (Delpom).
Modo automático
Em entrevista por telefone à TV Globo, o presidente do Metrô, Peter Walker, disse que a principal suspeita é de que tenha ocorrido uma falha no sistema de automação.
O secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Jurandir Fernandes, esteve no local do acidente e disse não ter certeza se o trem estava no modo manual ou automático. Ele lembrou que a velocidade máxima no trecho é de 80 km/h. “Ele [o maquinista] deve ter visto, tanto é que deve ter freado”, afirmou. O trem que colidiu trafegava em uma velocidade entre 9 e 12 km/h, de acordo com Jurandir.
Segundo o secretário, o maquinista trabalha na CPTM desde 2008. Começou como operador assistente e é efetivo desde janeiro de 2011. "Antes de achar o culpado, a gente quer saber por que aconteceu", disse Fernandes.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que o acidente será investigado pela Delegacia do Metropolitano (Delpom).
Modo automático
O
diretor do sindicato disse que esteve com o operador nesta quarta e que
ele frisou que o trem estava no modo automático. Segundo o
secretário-geral, os trens só operam no manual se houver algum problema
ou o metrô receber código zero, o equivalente a zero de velocidade ou
parado. Os códigos são enviados automaticamente para o trem, e cada um
significa a velocidade que a composição vai atingir naquele instante.
"O
operador descreveu que estava no trem, no modo automático, com código
44 [44 km/h], quando começou a se aproximar de outro metrô. Ele imaginou
que receberia código zero [parado] e que o trem iria parar, mas o trem
acelerou de repente. Chegou um código maior", afirma Pasin. "Ele freou
para não colidir com mais força no outro trem."
O
secretário-geral ressalta que o operador esteve no Centro de Controle
do Metrô para prestar esclarecimentos, procedimento comum em uma
ocorrência como essa. "Ele saiu, depois foi acompanhar a realização do
boletim de ocorrência", disse Pasin. O maquinista também passou em um
hospital por ter ficado levemente ferido, segundo o sindicato.
Modo manual
Para
entrar em modo manual, o operador precisa pedir autorização do Centro
de Controle, diz Pasin. Ele ressalta que este modo não é o usual no
Metrô e que a velocidade sempre é limitada no manual. Em operação no
modo automático, a principal função do condutor é fiscalizar o
funcionamento dos sistemas e agir em casos de emergência.
Os
trens voltaram a circular em toda a Linha 3-Vermelha pouco antes das
14h30, segundo a assessoria do Metrô. Às 13h15, os trens envolvidos no
incidente foram levados para o pátio do Metrô na Estação Penha, onde há
uma oficina. O trecho passou por perícia e foi liberado para circulação.
Feridos
No
fim desta tarde, foi divulgado um novo balanço do número de atingidos:
são 49 feridos, sendo 33 pessoas socorrridas pelos bombeiros e 16
atendidas pelo Samu. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, duas
pessoas apresentaram ferimentos mais graves. Um teve fratura na perna e
foi encaminhado ao Hospital do Tatuapé, na Zona Leste, e outra vítima,
com ferimentos de média complexidade, foi levada a um hospital de
convênio.
A
secretaria não soube informar, porém, quais os machucados sofridos pela
vítima nem para qual centro médico ela foi levada. Nenhum dos feridos
corre risco de morte, ainda segundo a pasta.
Fonte: G1
O
secretário dos Transportes Metropolitanos Jurandir Fernandes disse, em
coletiva, que o metrô está investigando a causa do acidente que deixou
47 feridos na manhã desta quarta-feira, 16.
De acordo com Fernandes, uma das hipóteses para a colisão dos trens do metrô é falha mecânica no sistema. O secretário também afirmou que umas das linhas de apuração é sobre como os trens estavam sendo operados: manual ou automaticamente.
De acordo com Fernandes, uma das hipóteses para a colisão dos trens do metrô é falha mecânica no sistema. O secretário também afirmou que umas das linhas de apuração é sobre como os trens estavam sendo operados: manual ou automaticamente.
"O
Metrô tem sistema automático e manual. Você pode funcionar de uma forma
ou de outra. É isso que queremos saber: estava no manual? Estava no
automático? Esse sistema automático funciona há 44 anos. Não tem falhas,
ele tem redundância. Se ele não para em um motivo, para em outro."
À rádio EstadãoESPN, Fernandes
disse que não havia, até o começo da tarde, "nenhum indício de falha
humana" e que houve falha no freio automático, mas a causa desse
problema é desconhecida: não se sabe se a falha foi pontual, apenas na
composição acidentada, ou do sistema.
Os funcionários do metrô negam que a composição estivesse sendo operada manualmente no momento do acidente.
Sindicato. Uma
falha no sistema de freio automático da composição teria causado a
colisão entre dois trens da Linha 3-Vermelha do Metrô, na manhã desta
quarta-feira, segundo o Sindicato dos Metroviários.
O
sistema, ao invés de frear o trem, teria aumentado a velocidade.
Segundo o presidente do Sindicato dos Metroviários, Altino dos Prazeres
Melo, toda composição do Metrô conta com um sistema automático que, ao registrar a distancia de 150 metros entre o próximo trem, aciona o freio. Neste caso, conta Melo, o sistema teria acelerado a composição.
O
presidente do sindicato afirma ainda que uma colisão maior foi evitada
porque, ao notar que o freio automático não foi acionado, o funcionário
que operava na condução do Metrô, acionou um freio de emergência. "Esta
ação não freou totalmente os vagões, mas teria reduzido
consideravelmente a velocidade, diminuindo os danos que a colisão
poderia ter causado", diz Melo.
Fonte: Estadão
A
composição do Metrô que colidiu com outra que estava parada entre as
estações Penha e Carrão, na Zona Leste da capital paulista, na manhã
desta quarta-feira (16), trafegava numa velocidade entre 9 e 12 km/h,
segundo o secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo,
Jurandir Fernandes. Na colisão, 33 pessoas foram socorridas pelos
bombeiros – duas delas em estado grave. Segundo o secretário, entre os
feridos estavam cinco grávidas. O condutor do trem não ficou ferido.
O secretário afirmou que a velocidade do acidente é baixa, já que o acoplamento de composições ocorre numa velocidade entre 8 e 9 km/h. Segundo Fernandes, o trem que estava parado aguardava para estacionar na Estação Carrão, da Linha 3-Vermelha do Metrô. “A batida foi como se fosse um acoplamento, um pouco mais forte. O engate ocorre entre 8 e 9 km/h. Houve o engate e nós estimamos que a batida foi entre 9 e 12km/h. A partir de 9 é além do engate”, disse o secretário
Fernandes garantiu que a circulação na Linha 3, interrompida a partir entre as estações Tatuapé e Corinthians-Itaquera desde o acidente, será retomada até as 16h desta quarta-feira – antes do horário de pico. O secretário disse que ainda não é possível afirmar quais são as causas do acidente.
O secretário afirmou que a velocidade do acidente é baixa, já que o acoplamento de composições ocorre numa velocidade entre 8 e 9 km/h. Segundo Fernandes, o trem que estava parado aguardava para estacionar na Estação Carrão, da Linha 3-Vermelha do Metrô. “A batida foi como se fosse um acoplamento, um pouco mais forte. O engate ocorre entre 8 e 9 km/h. Houve o engate e nós estimamos que a batida foi entre 9 e 12km/h. A partir de 9 é além do engate”, disse o secretário
Fernandes garantiu que a circulação na Linha 3, interrompida a partir entre as estações Tatuapé e Corinthians-Itaquera desde o acidente, será retomada até as 16h desta quarta-feira – antes do horário de pico. O secretário disse que ainda não é possível afirmar quais são as causas do acidente.
Em
entrevista por telefone, o presidente do Metrô, Peter Walker, confirmou
que a principal suspeita é de uma falha no sistema de automação.
Os trens envolvidos no acidente foram levados para o pátio do Metrô na Estação Penha, onde há uma oficina.
Passageiros
que estavam nas composições envolvidas no acidente afirmam que antes do
acidente foram informados pelo sistema de som das estações que a Linha
3-Vermelha operava com velocidade reduzida. O secretário informou no
início desta tarde desconhecer a informação. Ele se comprometeu a checar
o ocorrido com o Centro de Controle de Operações (CCO) do Metrô.
Alguns
passageiros também reclamaram que as portas do trem não se abriram. “O
botão de abrir a porta não funciona automático. O condutor tem que
receber orientação do CCO para liberar”, explicou Fernandes.
O
acidente aconteceu em um trecho na Zona Leste, entre as estações Penha e
Carrão, por volta das 9h50. A Secretaria de Segurança Pública (SSP)
informou que será aberto um inquérito para investigar o acidente na
Delegacia do Metropolitano (Delpom).
Circulação
A
companhia informa que a circulação dos trens na Linha 3-Vermelha está
sendo realizada somente entre as estações Barra Funda e Tatuapé. Além do
apoio de ônibus, o Metrô diz que está mantida a integração gratuita com
a CPTM nas estações Tatuapé e Corinthians/Itaquera.
Após
o acidente, as demais linhas do Metrô de São Paulo operavam com
velocidade reduzida. A SPTrans informou que mudou a circulação de ônibus
na região e acionou o sistema de apoio. O problema causava lentidão na
Radial Leste, no sentido Centro. Por causa do resgate, faixas da via
permaneciam interditadas às 11h30. A Companhia de Engenharia de Tráfego
(CET) recomendava que os motoristas evitassem a região.
Falha em sistema de automação
Segundo
o secretário-geral do Sindicato dos Metroviários, Paulo Pasin, houve um
choque entre duas composições devido a uma falha no sistema de
automação do Metrô. O sindicalista, que estava em reunião com dirigentes
do Metrô para discussão de propostas salariais na hora do acidente, diz
ter recebido informações de que o sistema automático que faz um trem
parar quando outro está à frente não funcionou.
"Não
pode ter havido falha humana porque esse sistema é automático", disse
Pasin. "Em 20 anos de Metrô, eu nunca vi nada disso acontecer",
acrescentou.
Nota do Metrô
Veja abaixo a íntegra da nota enviada pelo Metrô:
"Por
volta das 9h50, duas composições da Linha 3-Vermelha que circulavam no
sentido Palmeiras/Barra Funda se colidiram próximas a estação Carrão do
Metrô. As causas do acidente estão sendo apuradas pela Companhia do
Metrô.
Os usuários que se acidentaram na colisão estão sendo socorridos por Agentes de Segurança do Metrô, Corpo de Bombeiros e SAMU.
Em
razão deste acidente, a circulação dos trens na Linha 3-Vermelha está
sendo realizada somente entre as estações Palmeiras/Barra Funda e
Tatuapé. Para atender os usuários no trecho entre as estações Tatuapé e
Corinthians/Itaquera, o Metrô acionou o serviço do PAESE e mantém
integração gratuita com a CPTM nas estações Tatuapé e
Corinthians/Itaquera.
Companhia do Metropolitano de São Paulo"
Companhia do Metropolitano de São Paulo"
Fonte: G1
Fonte: Revista Ferroviária
A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) abre concurso público para preencher 57 novas vagas:
25 para analista trainee e 32 para funções diversas. Os cargos
disponíveis estão ligados as áreas de engenharia, planejamento, obras,
administrativa e financeira. Há vagas para todos os níveis de
escolaridade (fundamental, ensino médio e superior). As inscrições terão início no próximo dia 15 e vão até o dia 27.
Os salários iniciais para estes
diversos cargos variam entre R$ 2.600 para níveis ténicos e de R$ 3.600 a
R$ 4.600 para nível superior. Os benefícios oferecidos pela Companhia
são: vale refeição, assistência médica e odontologica e cesta básica.
As novas oportunidades fazem parte
dos 640 postos autorizados pelo Governo do Estado de São Paulo.
Paralelamente, a CPTM iniciou o preenchimento de parte dessas vagas
utilizando o cadastro de reserva decorrente de concursos públicos
anteriores ainda válidos.
A empresa responsável pela
realização dos concursos públicos para a CPTM desde 2010 é a Makiyama,
empresa essa vencedora de processo licitatório. As inscrições devem ser
feitas no site: www.makiyama.com.br.
Estamos chegando aos últimos status do 2070,que manterá sua cabine
normal(2D do 2070 V1),e surpresas que em breve vocês verão,ele comtém
textura realista,caixa realista,interior realistisco e sons originais.
Série 2070 Frente
Caixa exbaixo do trêm
Ar no teto
Interior do trêm
Série 2070 Frente
Caixa exbaixo do trêm
Ar no teto
Interior do trêm
Fonte: Metrô
Por volta das 9h50, duas composições da Linha
3-Vermelha que circulavam no sentido Palmeiras/Barra Funda se colidiram
próximas a estação Carrão do Metrô. As causas do acidente estão sendo
apuradas pela Companhia do Metrô.
Os usuários que se acidentaram na colisão estão sendo socorridos por Agentes de Segurança do Metrô, Corpo de Bombeiros e SAMU.
Em razão deste acidente, a
circulação dos trens na Linha 3-Vermelha está sendo realizada somente
entre as estações Palmeiras/Barra Funda e Tatuapé. Para atender
os usuários no trecho entre as estações Tatuapé e Corinthians/Itaquera,
o Metrô acionou o serviço do PAESE e mantém integração gratuita com a
CPTM nas estações Tatuapé e Corinthians/Itaquera.
O major
do Corpo de Bombeiros, Fábio Barbieri, informou que uma gestante que
estava em um dos trens que bateram na linha 3-Vermelha pode ter o parto
antecipado devido ao acidente. Barbieri afirmou ainda que 33 pessoas
receberam atendimento médico após o acidente que aconteceu nesta manhã
de quarta-feira (16).
Segundo o major, nenhuma das vítimas estava em estado grave, somente tinham escoriações leves. Todas as pessoas foram retiradas.
O acidente
Dois trens da linha 3 – Vermelha do Metrô bateram na manhã desta quarta-feira. De acordo com o Metrô, o acidente aconteceu por volta das 9h50 e as composições circulavam no sentido Barra Funda e bateram perto da estação Carrão.
Um passageiro que estava no vagão que bateu disse que a composição seguia no sentido Palmeiras/Barra Funda. Algumas pessoas que estavam no mesmo vagão que ele se feriram de forma leve.
Velocidade reduzida
A circulação dos trens na Linha 3-Vermelha está sendo realizada somente entre as estações Palmeiras/Barra Funda e Tatuapé. Para atender os usuários no trecho entre as estações Tatuapé e Corinthians/Itaquera, o Metrô acionou o serviço do Paese e mantém integração gratuita com a CPTM nas estações Tatuapé e Corinthians/Itaquera.
Por causa do acidente, os trens das linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha estavam circulando com velocidade reduzida e maior tempo de parada.
Feridos
Por volta das 11h10, ao menos nove pessoas estavam em macas imobilizadas. Elas aguardavam no chão, ao lado do muro que separa a linha do Metrô da calçada da Radial Leste. Os bombeiros usavam escadas para passar as pessoas para o outro lado do muro.
Segundo o major, nenhuma das vítimas estava em estado grave, somente tinham escoriações leves. Todas as pessoas foram retiradas.
O acidente
Dois trens da linha 3 – Vermelha do Metrô bateram na manhã desta quarta-feira. De acordo com o Metrô, o acidente aconteceu por volta das 9h50 e as composições circulavam no sentido Barra Funda e bateram perto da estação Carrão.
Um passageiro que estava no vagão que bateu disse que a composição seguia no sentido Palmeiras/Barra Funda. Algumas pessoas que estavam no mesmo vagão que ele se feriram de forma leve.
Velocidade reduzida
A circulação dos trens na Linha 3-Vermelha está sendo realizada somente entre as estações Palmeiras/Barra Funda e Tatuapé. Para atender os usuários no trecho entre as estações Tatuapé e Corinthians/Itaquera, o Metrô acionou o serviço do Paese e mantém integração gratuita com a CPTM nas estações Tatuapé e Corinthians/Itaquera.
Por causa do acidente, os trens das linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha estavam circulando com velocidade reduzida e maior tempo de parada.
Feridos
Por volta das 11h10, ao menos nove pessoas estavam em macas imobilizadas. Elas aguardavam no chão, ao lado do muro que separa a linha do Metrô da calçada da Radial Leste. Os bombeiros usavam escadas para passar as pessoas para o outro lado do muro.
Uma colisão entre dois trens causava a interrupção de parte da Linha 3-Vermelha do Metrô de São Paulo,
em um trecho na Zona Leste. O acidente ocorreu entre as estações Carrão
e Tatuapé. Até por volta das 10h50 desta quarta-feira (16), havia
informações apenas sobre feridos leves.
Após o acidente, as demais linhas operam com velocidade reduzida por volta das 10h30.
A circulação de trens na Linha vermelha ocorre somente entre as estações Palmeiras Barra funda e Tatuapé.
O
Metrô confirmou o acidente, mas não soube a origem do problema. O
Centro de Controle da empresa está apurando o motivo do ocorrido.
Imagens
registradas pelo helicóptero da TV Globo mostram que diversos carros
dos bombeiros prestavam atendimento a vítimas às 10h30. Duas composições
estavam paralisadas na via e passageiros aguardavam do lado de fora,
ao lado dos trilhos.
A linha operava com velocidade reduzida às 10h10, junto com a linha 1-Azul e a 2-Verde. Segundo a assessoria da empresa, a estação tem uma área de manobra, então há possibilidade de o trem mudar de via e continuar caminho. O acidente ocorreu entre a estação Tatuapé e Carrão, segundo o Metrô.
Motivo do choque, diz sindicato
Segundo o secretário-geral do Sindicato dos Metroviários, Paulo Pasin, ouve um choque entre duas composições devido a uma falha no sistema de automatização do Metrô. Ele diz ter recebido informações de que o sistema automático que faz um trem parar quando outro está à frente não funcionou.
A linha operava com velocidade reduzida às 10h10, junto com a linha 1-Azul e a 2-Verde. Segundo a assessoria da empresa, a estação tem uma área de manobra, então há possibilidade de o trem mudar de via e continuar caminho. O acidente ocorreu entre a estação Tatuapé e Carrão, segundo o Metrô.
Motivo do choque, diz sindicato
Segundo o secretário-geral do Sindicato dos Metroviários, Paulo Pasin, ouve um choque entre duas composições devido a uma falha no sistema de automatização do Metrô. Ele diz ter recebido informações de que o sistema automático que faz um trem parar quando outro está à frente não funcionou.
"Não
pode ter havido falha humana porque esse sistema é automático. Quando
há um trem à frente, a composição atrás recebe um código de via. Se o
código é zero, o trem para. Houve uma falha no sistema e o equipamento
mandou um sinal diferente disso, por isso a composição atrás seguiu,
pelo que parece", disse Pasin. "Em 20 anos de Metrô, eu nunca vi nada
disso acontecer."
Uma batida entre trens interrompeu a circulação em toda a extensão da linha 3 – Vermelha do Metrô na manhã desta quarta-feira (16). Há informações de vítimas com escoriações leves.
A assessoria de imprensa do Metrô confirmou que houve um “incidente”, mas ainda não sabe especificar o que ocorreu. De acordo com o Metrô, o “incidente” ocorreu entre as estações Carrão e Tatuapé, na zona leste de São Paulo.
Os bombeiros enviaram vários homens e viaturas ao local.
As outras linhas da companhia já começam a ser afetadas.
Fonte: R7
A assessoria de imprensa do Metrô confirmou que houve um “incidente”, mas ainda não sabe especificar o que ocorreu. De acordo com o Metrô, o “incidente” ocorreu entre as estações Carrão e Tatuapé, na zona leste de São Paulo.
Os bombeiros enviaram vários homens e viaturas ao local.
As outras linhas da companhia já começam a ser afetadas.
Fonte: R7
Planejada para
ser construída em uma área castigada por enchentes, a estação
Sesc-Pompeia do Metrô de São Paulo, da linha 6-laranja, terá rampas
anti-inundação nas portas de acesso. As obras devem começar em 2013 e
terminar em 2017.
A estação e seus acessos vão ficar no cruzamento da avenida Pompeia com a rua Venâncio Aires. Segundo o Metrô, o projeto "posiciona as soleiras dos acessos em cota de nível acima dos níveis de inundação verificados na região", ou seja, mais altas que a rua.
A Prefeitura de São Paulo disse que já licitou as obras de ampliação da capacidade de escoamento do córrego Água Preta, que passa perto dali, no subsolo, e assim reduzir o risco de ocorrer inundações.
Fonte: Folha
A estação e seus acessos vão ficar no cruzamento da avenida Pompeia com a rua Venâncio Aires. Segundo o Metrô, o projeto "posiciona as soleiras dos acessos em cota de nível acima dos níveis de inundação verificados na região", ou seja, mais altas que a rua.
A Prefeitura de São Paulo disse que já licitou as obras de ampliação da capacidade de escoamento do córrego Água Preta, que passa perto dali, no subsolo, e assim reduzir o risco de ocorrer inundações.
Fonte: Folha
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