A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) informou na tarde de
ontem que uma equipe técnica avaliará as condições de acessibilidade da
estação provisória de Ferraz de Vasconcelos e possíveis alternativas a
serem implementadas.
A empresa estadual, entretanto, não estabeleceu um prazo para a
conclusão desse estudo, que será elaborado depois de o governador
Geraldo Alckmin (PSDB) ter afirmado que solicitaria à CPTM e à
Secretaria de Estado de Transportes Metropolitanos a realização de
serviços para facilitar o uso das escadas e também a construção de uma
rampa para garantir o acesso de cadeirantes e de outros passageiros com
mobilidade reduzida às plataformas de embarque e desembarque.
Alckmin falou sobre o assunto na última sexta-feira, quando esteve em
Mogi das Cruzes para anunciar as obras que serão executadas na região
por meio da Agenda Metropolitana. Na oportunidade ele foi questionado,
por jornalistas e usuários, sobre a precariedade de acesso às
plataformas provisórias construídas no início deste ano para substituir a
estação antiga, que está sendo demolida para dar lugar a outra.
Inicialmente, a nova estrutura seria inaugurada em 2011. Depois, o
governo do Estado e a CPTM transferiram para o final de 2012 a entrega
da estação, que custará mais de R$ 40 milhões. O prazo para conclusão da
obra foi mais uma vez alterado. No mês passado, a companhia, que é
vinculada à Secretaria de Estado de Transportes Metropolitanos, informou
que a futura estrutura deverá ser liberada aos passageiros somente no
segundo semestre do próximo ano.
Os seguidos atrasos para a inauguração da estação, que terá escadas
rolantes e outras facilidades de acesso, têm irritado os usuários, que
não gostaram nem um pouco da estação provisória, erguida sob o viaduto
Ayrton Senna.
Semanas após a abertura do local, a altura dos degraus de madeira teve
de ser reduzida por causa das reclamações dos passageiros. Apesar das
alterações, os usuários continuam insatisfeitos com a obra precária e
provisória e com a demora para conclusão das novas plataformas.
Ritmo lento
Os serviços na estação nova seguem em ritmo lento. A CPTM informou, por
meio da assessoria de Imprensa, que os trabalhos para desvio dos trilhos
já foram iniciados. Nos próximos dias, começará a construção da
passarela provisória, em substituição à antiga de concreto. Mas ao
contrário do que informou a companhia, até a tarde de ontem a passarela
estava parcialmente e não totalmente demolida.
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